AMB e UIJLP lançam pesquisa inédita sobre a magistratura dos países de língua portuguesa

Assesoria de Comunicação, 16.06.2026

Levantamento internacional reunirá dados sobre independência judicial, saúde mental, segurança e condições de trabalho; participação está aberta até 30 de junho

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) iniciam, nesta semana, uma pesquisa inédita voltada à magistratura dos países de expressão da língua portuguesa.

Realizado em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), o estudo abordará temas essenciais para o exercício da jurisdição, como independência judicial, saúde mental, segurança, condições de trabalho, tecnologia e desafios contemporâneos da magistratura.

A pesquisa contará com a participação de magistrados e magistradas do Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, reunindo informações das oito associações integrantes da UIJLP.

O objetivo é construir um amplo diagnóstico sobre a realidade da magistratura nesses países, produzindo dados que contribuam para o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e para o fortalecimento das instituições judiciais no espaço lusófono.

Para o presidente do Conselho Executivo da UIJLP, Geraldo Dutra de Andrade Neto, a iniciativa representa um marco na cooperação internacional entre as associações de magistrados.

“Temos convicção de que os resultados serão extremamente valiosos para impulsionar mudanças positivas e fortalecer a magistratura em todos os países de expressão da língua portuguesa”, afirma.

Geraldo Dutra, que também é secretário da AMB e secretário-geral da Secretaria de Relações Internacionais da entidade, destaca que a pesquisa é destinada a magistrados e magistradas em atividade, aposentados e jubilados, e que a participação é voluntária.

“A mobilização das associações filiadas será fundamental para o sucesso da pesquisa. O engajamento dos dirigentes associativos na divulgação do questionário é essencial para alcançarmos uma participação ampla e representativa”, ressalta.

Os questionários poderão ser respondidos até o dia 30 de junho.

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